28 de nov de 2012

Balanço do ano


Não estou aqui pra falar sobre terremotos, ou coisas do tipo.
Apesar de terem tidos muitos desastres naturais nesse ano.
Mas, vamos falar do meu ano, vamos falar de coisas mais pessoais.
De quantas vezes que eu cai e levantei.
Eu tenho o dom de construir a minha vida, com os destroços de construções que eu mesmo destruí ou foram destruídas por alguém.
Quantas vezes eu falei: “Eu te amo” esse ano?
Não sei exatamente, mas, foi menos que no ano passado.
Quantas foram às vezes que me enfureci nesse ano?
Muitas, mas, do que no ano passado, muitas dessas vezes eu poderia ter evitado.
Tenho tatuagens novas pelo corpo, sinais de coisas novas e de novas motivações.
O meu talento em ser otário creio que tenha aumentado, porém, me julgo mais esperto que no ano passado, não para todas as coisas, mas, para uma grande parte.
Quantas experiências novas as quais eu compartilhei esse ano?
Quantos sorrisos divididos?
Quantas sms, enviados e recebidos!
Continuo com o talento de fazer com que as pessoas queiram ficar perto de mim, isso é ótimo!
Animais novos? Nem tantos assim!
Esse circulo anual de nossas vidas não é um tanto quanto engraçada?!
Não sei pra você, mas, pra mim nos faz ver como agimos no decorrer do ano e no que podemos mudar e melhorar.
Devo confessar, que foi um ano que chorei muito, senti muita ausência e por consequência a saudade grita dentro de mim.
Se eu sou uma pessoa orgulhosa?
Olha, não sei, eu vejo isso mais como amor próprio do que como orgulho.
O ano está próximo do fim e, já começo o projetar, espero que eu consiga alcançar todos os objetivos traçados.
Se pelo menos 70% dele for alcançado estarei muito feliz.
Que o próximo ano venha rápido, pois, estou muito ansioso, para as novas promessas e conquistas.

26 de nov de 2012

A minha falência

A ausência me enfurece, ela também me entristece.
Digo que o meu corpo foi a óbito por carência múltipla de todos os órgãos.
Posso ser considerado boêmio, irreverente, mas, sou pobre, não possuo grandes coisas.
O que eu tenho de mais valioso é o meu coração, ele já pensou em se aposentar, estamos em decadência, precisamos de um grande investidor para lhe manter vivo.
Meus recursos financeiros estão escassos, vivo numa dureza, tenho até pensado em barganhar a minha alma.
Eita ausência que me levou a falência, hoje me pego contando moedas para ter uma condução para poder brincar com o meu coração.
A Falência e a decadência me levam a cometer a desobediência de viver largado nesse chão contando moedas.
Talvez, eu esteja condenado a viver nessa condição...
Não tenha um dia que alguma alma caridosa, que passe por mim não me olhe e me sentencie, ou apenas balance a sua cabeça e deposite algumas moedas em meus bolsos.
E assim se faz a minha falência... não preciso da sua compaixão, mas, se você souber como eu faço pra encontrar essa ausência aceitarei a sua ajuda.